HISTÓRICO
Thiago Veras Matos, conhecido pelo vulgo "Carreirinha" ou "Carreirinha do Tabajaras", é apontado pelas autoridades como o atual gerente-geral do tráfico de drogas na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro.
Perfil e Atuação Criminal
Facção: É ligado ao Comando Vermelho (CV).
Função: Atua como homem de confiança de lideranças da facção e é o principal responsável pela operação do tráfico na comunidade dos Tabajaras.
Expansão: Investigações indicam que ele coordena planos de expansão do grupo para favelas vizinhas, como o Morro do Chapéu Mangueira, no Leme.
Crimes Atribuídos: Possui mandados de prisão expedidos pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. É investigado por:
Homicídio de um mototaxista.
Liderar confrontos armados contra forças policiais que resultaram em vítimas civis feridas.
Ele foi indiciado pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) e indiciados por homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e com recurso que impossibilita defesa da vítima) e por destruição, subtração ou ocultação de cadáver.
De acordo com as investigações da especializada, mototaxista Francisco Mardoque Camilo Ximenes, foi assassinado em em novembro de 2015, porque se envolveu numa briga com Ruan Daniel Pereira da Silva, o Ruan, primo do traficante Ronaldo Pinto Lima e Silva, o Ronaldinho Tabajara, em março do mesmo ano. Na ocasião, o mototaxista enfiou um pedaço de garrafa quebrada na barriga do jovem, e acabou preso por tentativa de homicídio. Em setembro, ele foi solto e dois meses depois, morto.
Ainda de acordo com o inquérito da DDPA, parentes de Francisco chegaram a ser expulsos dos Tabajaras por traficantes, mas como não tinham para onde ir, continuaram na comunidade. Um dos criminosos disse à esposa da vítima que a ordem para que saíssem do morro era de Ronaldinho Tabajara.
No dia de seu desaparecimento, a vítima estava num bar, quando um traficante o abordou e pediu que ele fosse até o alto da comunidade para negociar se poderia voltar a circular como mototaxista. Ele teria, então, sido morto a tiros pelos criminosos, que depois sumiram com seu corpo. A ordem para o crime, segundo a polícia, também partiu do chefe do morro, e segundo processo na 1ª Vara Criminal da Capital, que teria dado o tiro de misericórdia em Francisco, foi o traficante Carreirinha.
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